segunda-feira, 1 de abril de 2013

Este blog tem andado parado. E por parado, entenda-se morto. Há toda uma panóplia de histórias que poderiam ter sido contadas, mas que por algum motivo, foram adiadas. Preguiça sobretudo. Creio que nos últimos meses a preguiça tomou conta de mim. Poderia ter postado os mil rascunhos aqui inexistentes, mas também esses me parecem carecer de um certo sentido. Este blog era um bem adquirido. Era, e é. Não que excelso esposo alguma vez o tenha considerado. Hoje foi o dia em que soube não termos retorno. Uma história feliz, cheia de percalços, mas que ainda assim, teve um término. Serve o presente para prometer mais actividade por estes lados: Daqui em diante falarei de tudo o que nos fez feliz, tudo o que nos trouxe até à data hoje e ainda assim não evitou um desfecho infeliz. Hoje é o dia em que o meu coração morreu. Apenas fazia sentido tê-lo vivo ao seu lado. Sem isso, sou apenas um invólucro daquilo que fui um dia.

R.

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